domingo, 23 de dezembro de 2007

Mensagem de Natal

Pois é, o Natal está chegando e logo alí, 2008 pintando...
Isso sem falar que o Carnaval vem logo em seguida, desta vez no início de fevereiro. O ano começa bem agitado, não?
Bom, mas por enquanto vamos nos deter ao natal, esta data tão importante, que muita gente associa á gastos e "comilança".
Antigamente eu até que gostava do Natal. Não que hoje eu não goste, mas, acho que á medida que crescemos, o natal ganha novos significados...É que quando se é criança, a inocência não nos permite encarar esta data de uma outra forma a não ser aquela de ficar esperando o Papai Noel trazer o presente, durmir cedo pra não ver o bom velhinho descer a chaminé ou depoistar os presentas dentro da meia pendurada na janela, enfim...
Hoje o Natal tem um outro significado pra mim...Pra começo de conversa, é o aniversário de Jesus, o grande mestre, o grande homem que já passou pelo mundo. (pena que muitos não pensem assim ou que desconheçam a importância desta data...).
Mas, desde o ano passado, quando meu pai desencarnou, esta data perdeu um pouco do brilho, da magia que tinha antigamente pra mim, pois o "meu" Papai Noel não vai estar comigo e não vai me trazer um presente...
Pelo menos de uma coisa eu tenho certeza: meu pai está bem e num lugar muito melhor do que este...se está....
Bom, mas hoje quero deixar um texto escrito pelo grande Arnaldo Jabor, que traduz e muito este grande espírito natalino.
De antemão, quero desejar á todos um grande e abençoado Natal, repleto de muita saúde, paz e amor...

"O grande barato da vida é olhar pra trás e sentir o orgulho. É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora".
Claro que a vida prega peças. O bolo não cresce, o pneu fura, chove demais... Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar, pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Eu quero viver bem. E você?
2007 foi um ano cheio. Cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões. Normal... Ás vezes se espera demais. A grana não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. 2008 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o que? Acabar com o seu dia? Com o seu humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria. E que todos nós saibamos transformar tudo em boa experiência. O nosso desejo não se realizou? Beleza... Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para o momento. (me lembro sempre de uma frase que ouvi e adoro: "cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade!") Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano...
Mas, se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
Desejo para todo mundo esse olhar especial! 2008 pode ser um ano especial, se nosso olhar for diferente!
Pode ser muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2008 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, especial! Depende de mim... De você. Poder ser... E que seja!!!"

FELIZ NATAL E QUE VENHA 2008!!!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

(Re) Descobrindo Gravataí - Prefeitura Municipal e CAERGS

Uma das grandes construções em destaque no centro de Gravataí é, sem dúvida, o prédio da Prefeitura Municipal. Construído em estilo eclético, guarda características do neoclássico e do moderno, embora o seu interior já tenha perdido praticamente todos os elementos do período colonial. O prédio foi adquirido em 1894 para a instalação da Intendência Municipal (Intendência, do espanhol, Prefeitura). A curiosidade é que, desde 1880, mesmo antes da sua construção, 32 homens já estiveram á frente da Administração Pública Municipal, entretanto, somente em 1952 o povo pôde escolher o Prefeito através do voto direto, elegendo o então comerciante José Linck para comandar a cidade. O prédio da Prefeitura foi reformado em 1996, readquirindo as características originais da fachada. A história nos diz que, anteriormente, funcionava uma residência no andar superior e no térreo, uma casa comercial com entrada independente.
Atualmente é administrada pelo prefeito Sérgio Stasinski.


Ainda sobre Gravataí...

No dia 07 de dezembro foi finalmente inaugurada a CAERGS - Casa dos Açores do Rio Grande do Sul.
Também conhecido como “Solar das Magnólias”( devido á arvore que fica ao lado da casa), o Casarão dos Fonseca, que abriga a nova sede da Caergs, foi construído em 1887, por Manoel Rodrigues Fonseca, filho de açorianos da família Fonseca, e há 130 anos faz parte da história da nossa cidade.
O sobrado possuí características da arquitetura colonial portuguesa, trazida pelos colonos açorianos com destaque para o telhado, feito de telha canoa com beiradas e as janelas em estilo guilhotina.
Lembra - e muito - o Museu Joaquim José Felizardo, conhecido como Museu de Porto Alegre, situado na Rua João Alfredo - Cidade Baixa.
Várias personalidades estiveram presentes no evento, incluindo os diretores das 11 casas que existem no mundo. Interessante que, quatro destas casas açorianas estão no Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Além de divulgar a cultura açoriana, a Caergs visa apoiar iniciativas para o desenvolvimento social, econômico e cultural das comunidades.
Falando nisso, a noite do dia 18/12 marcou o início das atividades culturais do novo espaço. Foi aberta oficialmente a 1ª exposição da casa:
“Caminhos”, do nosso artista plástico e aldeão Waldemar Max.
A exposição fica até o dia 05/01/2008, e a visitação pode ser conferida diariamente em horário comercial.
A Caergs fica na Rua Adolfo Inácio Barcelos, esquina com a Bernardino Fonseca, no centro de Gravataí.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Histórias da Vida Real - Capítulo 2

Pois é, passei alguns dias aí envolvido em vários trabalhos...Trabalhos que, de certa forma, me tiraram o sono e o tempo para postar alguma coisa, ahahahahah.
Acho que é por causa das férias que estão chegando e também por conta das festas de final de ano, sei lá...
O fato é que estou aqui e deixo mais um capítulo desta "História da Vida Real"...

Entendendo as pessoas...

Vânia, como dissera no capítulo anterior, era uma menina mimada por demais. Cresceu numa família que sempre batalhou para dar do bom e do melhor para seus filhos. E que filhos... Cada um tinha uma personalidade bem diferente e Vânia não poderia fugir a regra.
Uma garota decidida, de personalidade forte, mas que tinha um pequeno defeito: achava que o mundo girava em torno do seu umbigo e achava que, por ter uma condição de vida um pouco melhor que as demais garotas, tinha o direito de se achar superior. Tinha um certo ar de arrogância sim, mas, era linda e a sua beleza ofuscava qualquer defeito que ela tinha, pelo menos era assim que os guris a enxergavam...
Um dia eu me interessei pela Vânia.
Não a conhecia direito, ela era de uma outra paróquia, embora pertencesse ao mesmo movimento, o CLJ. Mas, num dos encontros promovidos por este movimento, tive o “prazer” de conhecê-la e de me encantar com tamanha beleza. Ela era diferente de todas as garotas que já tinha visto e acho que o que mais me chamou a atenção foi o seu lado exterior e não o seu interior, se é que me entendem.
Cheguei ao ponto de desejá-la, mas, tinha plena consciência de que nossos mundos eram bem diferentes e que um possível relacionamento não teria futuro algum, pois, ao contrário de Vânia, eu vinha de uma família simples e esse choque “cultural”, pra não dizer financeiro, fazia diferença pra ela. Coisas do tipo: “minha família não iria aceitar que eu namorasse uma pessoa que não pertencesse ao mesmo círculo de amizades, ou que não tivesse o carro do ano, etc...” e isso pra mim nunca teve a mínima importância. Bens materiais...Nunca namorei uma guria por causa do que ela tinha ou o que tinha a sua família, mas sim pelo que ela era, pelo seu caráter... Isso me fez enxergar que não teria como dar certo entre eu e a Vânia. Mas, um dia eu a desejei... E o desejo foi tanto, tamanha era minha obsessão para “ficar” com a Vânia, que um dia nós “ficamos” mesmo, e , cá entre nós, foi muito bom...Bom para eu entender de vez que ela não era pra mim e vice-versa...
Deixando a história da Vânia de lado...
João, pelo pouco tempo de convivência que tivemos e pelas poucas oportunidades que tivemos para conversar, certa vez me contou um pouco da sua vida. Lembro-me como se fosse hoje: era uma tarde nublada, eu estava muito envolvido com as questões do clj, mas, naquele dia ele me ligou, disse que estava no seminário e que precisava muito falar comigo. Fui até o seminário e quando lá cheguei, encontrei um João bem diferente daquele que estava acostumado a ver nos finais de semana na paróquia.
Ele estava sentado na cama de seu pequeno quarto, rodeado de livros, na sua grande maioria, Bíblias e documentos ligados á Igreja Católica.
Ele era um estudioso das leis da igreja...
João me convidou a entrar e entre uma rodada e outra de chimarrão, ele disse que queria desabafar um pouco. Fiquei surpreso, pois até então, não tínhamos nenhuma intimidade, ao ponto de ele se dispor a conversar sobre sua vida, enfim...
Ele abriu seu coração e quem estava diante de mim era um João arredio, um cara “desarmado”, sensível e com muitas histórias na bagagem, apesar de seus 19 anos...
João veio de uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, filho único de uma família de agricultores. Desde que nasceu, sua mãe, uma devota ardente de Nossa Senhora de Fátima, tivera prometido á santa que seu filho seria entregue nas mãos de Deus, literalmente...Sempre estudou em colégios de padre. Teve uma educação muito rígida, baseada em leis morais, o certo e o errado, o céu e o inferno.
Nunca saía de casa, nunca tinha ido á uma festa, nunca teve namorada, não sabia que gosto tinha o beijo... Resumindo, ele era o retrato fiel, a personificação de uma pessoa extremamente pura, inocente.
Cresceu assim...E por crescer assim, neste ambiente de muita disciplina e abnegações, é que, em um certo dia, resolveu se colocar á prova, pra entender se esta era mesmo a sua missão ou se este era o sonho de seus pais.
Por certo, era sim o sonho de seus pais: ver o filho se tornar um sacerdote!
Durante muito tempo, este era também o sonho de João...
Neste dia, percebi que tinha algo diferente no ar. Ele me pareceu muito, muito confuso, agitado e distante em alguns momentos.
João se apaixonou. Uma única vez na vida tinha sentido algo diferente no seu peito, e não era o amor que ele devotava á Jesus. Era o amor por outra pessoa - que ele não quis me dizer quem era.
Na verdade, ele não sabia se era paixão ou que, por isso tinha me chamado pra conversar para tentar ajudá-lo a entender o que estava acontecendo com ele. Logo eu, um cara extremamente confuso no que diz respeito á sentimentos...
Tentei deixá-lo á vontade. Pedi que ele se acalmasse e disse-lhe que estava ali, pronto para ajudar-lhe no que fosse necessário.
João havia se apaixonado por uma mulher casada, vejam bem...
O fato tinha acontecido há alguns anos, na cidade onde ele morava... Era inevitável perceber, por detrás das lentes dos imensos óculos de João, toda sua emoção em falar deste assunto. Mas não era um choro de emoção, soava mais como um choro de culpa, como se ele tivesse cometido um imenso pecado e não fosse absolvido no dia do “juízo final”.
Á certa altura da nossa conversa, confesso que já não estava entendendo muito bem o que ele tentava me dizer. Era uma situação um tanto quanto atípica, uma vez que ele tinha um monte de gente em que pudesse confiar tal assunto e eu não entendia o porque de ele ter me escolhido como seu confessor.
Aqui abro um parênteses: nos tempos em que pertencí ao clj, talvez por ser o mais velho da turma, sempre fui considerado o irmão mais velho, o “psicólogo” da galera, aquele que sempre recebia em casa os amigos querendo conversar, desabafar e amigos pedindo conselho para enfrentar determinada situação. Engraçado isso, não? Nunca tive esta pretensão, mas, durante um bom tempo, pensei em fazer psicologia para justamente tentar entender melhor o que se passa na cabeça e no coração do ser humano...

Continua...

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Histórias da Vida Real - Capítulo 1

Um despertar de intensas paixões...

Há quase dez anos, estreava uma das melhores minisséries brasileiras: Hilda Furacão, protagonizada pela então estreante Ana Paula Arósio.
Mas a trajetória de Hilda começou em 1991, no romance do grande escritor mineiro Roberto Drummond, que uniu numa narrativa cativante fatos e pessoas reais aliados a uma fértil imaginação. Rapidamente o livro estourou no mercado editorial. Em 1998, foi a vez da escritora Glória Perez adaptá-lo para o formato de minissérie. O resultado não poderia ser diferente: uma grande produção com gravações na cidade histórica de Tiradentes, transformada na fictícia Santana dos Ferros, e em Belo Horizonte, que assiste ao domínio de Hilda ao mesmo tempo em que a revolução de 64 está sendo preparada. O grande questionamento da minissérie girava em torno do que poderia ter levado uma garota de família tradicional a abandonar tudo e instalar-se no centro da zona boêmia de uma cidade, despertando paixões até mesmo num homem considerado santo: Frei Malthus, interpretado por Rodrigo Santoro.
Hilda Furacão deixou rastros... E sua história parece ter saído das telas e invadido a vida real...
Há muito tempo atrás, um grande amigo meu passou por uma situação muito, mas muito parecida com a de frei Malthus. Ele também se apaixonou por uma Hilda Furacão!
João era um cara tranqüilo, na dele, sempre preocupado em estudar, muito ligado á família, aos livros, enfim. Vivia na igreja, estava sempre rodeando o padre Werner, um “pequeno grande padre” da paróquia que fica perto da minha casa. Não tínhamos muito contato, mas sempre que o via tentava conversar com ele, afinal, eu era o coordenador de um movimento juvenil que estava se instalando na paróquia e achava importante trazê-lo para perto do grupo.
Na verdade, o João era mais que um mero ajudante do padre, ele estava se preparando para entrar no seminário. Tornar-se padre era seu sonho! Tal qual o frei Malthus da minissérie em questão, com a única diferença de que ele não queria ser santo, pois, segundo o próprio, já tinha cometido pecados demais pra isso...
Bom, do outro lado da cidade, cercada por um mundo bem diferente do de João, a bela Vânia: uma das garotas mais lindas que já passou pelo movimento (pelo menos desde a época em que eu participei).
Vânia era simplesmente demais, vinha de uma grande família. Seus pais não eram ricos, mas tinham condições de dar-lhe tudo o que queria. Talvez por isso a Vânia se sentisse “superior” ás outras garotas, apesar de querer parecer ao contrário, sempre tentando ser humilde, mas esta palavra não combinava com seu jeito de ser e ver as coisas...
Vânia era muito pretensiosa, orgulhosa, enfim, mas era linda, muito linda. A bem da verdade, era o tipo da garota que todos os adolescentes da época gostariam de namorar.
Enquanto João seguia firme seus propósitos, Vânia tinha uma vida social muito agitada, sempre freqüentando os melhores lugares, as melhores festas, sempre rodeada de muita gente bonita, enfim, eram mundos diferentes, com toda certeza...
A vida seguia tranqüila até que o destino resolveu colocar cara-a-cara duas pessoas tão diferentes...
Numa das muitas festas realizada no salão paroquial da igreja, João, que naquele dia não fora para a casa dos pais e tinha resolvido ficar na igreja para ajudar na decoração do salão e no que mais precisasse, também resolveu participar da festa, o que não era muito de seu feitio. Como disse, ele era muito reservado.
Lá pelas tantas, eis que surge na festa, acompanhada de várias amigas e familiares, a Vânia. Linda, simplesmente linda. Lembro de estar acompanhado e de ter levado uma cotovelada no estômago por ter ficado pasmo diante da entrada triunfal da Vânia. Eu e todo o salão, diga-se de passagem...
O mais engraçado era ver a gurizada se empurrando e cochichando pra ver quem teria a coragem de chegar perto da Vânia e tira-la pra dançar.
Um destes meus amigos, Pedro, era conhecido entre a turma como o “pegador”. Está certo, ele levava uns "fora" de vez em quando, mas na grande maioria das vezes, o Pedro se dava muito bem e sempre ficava com as garotas mais lindas da festa. Nesta festa não iria ser diferente...

Continua...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Rítmo de férias...


O mês de dezembro já começou! Incrível, mas, parando pra pensar, o ano já está terminado...
Loucura isso, não? Nossa, ainda lembro que “ontem” estava feliz da vida por ter começado 2007, estava cheio de expectativas, sonhos, etc...
Ok, parece meio saudosista e nostálgico, né? Isso que nem comecei a escrever sobre o meu passado...
Mas, vamos lá...minhas férias estão chegando e, com elas, novas esperanças, novos projetos, novos sonhos. Isso faz parte do dia-a-dia das pessoas, não? Sonhar, fazer planos...na verdade, de uns tempos pra cá, não sou muito de fazer planos, do tipo, programar o que vou fazer amanhã ou o que estarei fazendo daqui á 2,10,15 anos...acho isso muito metódico. De uns tempos pra cá, desisti de ser assim e viver intensamente cada dia como se fosse o último...a vida tem que ser vivida intensamente, minuto a minuto, pelo menos eu penso assim...não consigo assimilar a idéia de deixar pra amanhã o que se pode fazer hoje, não, ao contrário: façamos hoje, pois o amanhã pode não vir!
Acho importante prestar atenção no rítmo que estamos dando á nossa vida. Hoje as pessoas estão correndo muito, andando sempre apressadas demais. E aí eu me pergunto:“pra que tanta pressa?” “aonde vamos chegar correndo tanto?”
O máximo que pode acontecer é chegarmos correndo á um hospital pra morrer vítima de um ataque cardíaco!
No meio da correria, esquecemos de fazer e de dizer pequenas coisas. Ninguém mais se preocupa em ligar pra casa pra dar um oi pra família, contar como foi o dia, perguntar se está tudo bem, o que vai ter para o jantar, etc...ninguém mais pára para contemplar um belo pôr-do-sol. Muitas pessoas vivem dizendo que não tem tempo, mas, afinal, quem faz o tempo somos nós mesmos, não? As pessoas estão correndo pra dar conta de fazer tudo ao mesmo tempo agora, mas, não é bem mais interessante criar uma pausa voluntária e necessária do que uma forçada numa cama de hospital, por exemplo?
A vida é cheia de pausas...a música é feita de sons, mas também de silêncio...a escrita também é feita de pausas: imaginem um texto sem pontos, sem vírgulas, sem os pontos de exclamação e interrogação? No mínimo seria incompreensível!
Precisamos de intervalos regulares, porque isso faz bem para o corpo e também para alma, como uma renovação de energias.
Nestas férias, existem duas coisas que não vou levar comigo: relógio e celular, por isso, nem pensem em me ligar, hehehehe.
Mas, falando sério, pra que relógio nas férias? Não vou ter nenhum compromisso com horário marcado, a não ser comigo mesmo! Pra que celular? Estou de férias! Não vou atender chamadas relativas ao escritório ou clientes querendo programar uma excursão, por exemplo...mereço um descanso e vou adiar todo e qualquer compromisso pra depois das férias. “Ah, mas, no início do texto, tu disseste pra não deixar pra depois o que se pode fazer hoje”. Verdade, mas, isso não incluía as férias....Nas férias, podemos e devemos nos dar este pequeno luxo!
Quero acordar cedo, acordar tarde, caminhar pela praia, sentir a brisa do mar, aquele cheiro de praia, de protetor solar... Curtir um pôr-do-sol na praia é algo!
Se tem alguma relação direta eu não sei, mas, vamos combinar? Férias tem tudo á ver com praia, né?
Aliado á tudo isso, vem as festas de final de ano e, Ano Novo na praia é muuuuiiiito bom!!!
Nossa, só de escrever tudo isso já estou me imaginando na praia...
Mas, ainda faltam alguns dias até ás férias chegarem...
Enquanto isso, o negócio é trabalhar e viver muito: cada dia, cada minuto...
CARPE DIEM!!!